Localiza-se em Paris, Rive Gauche, a dois passos da Torre Eiffel, a Galerie Napoléon, galeria de antiguidades especializada em gravuras antigas e documentos históricos, envia as suas antiguidades através do mundo desde mais de 20 anos.
Além dos milhares de apaixonados por gravuras antigas através do mundo, a Galerie Napoléon tem a honra de contar entre seus clientes : arquivos nacionais, museus, monumentos históricos assim como prestigiosos estúdios de arquitetos de interior. Tudo atraído pela extraordinária riqueza do seu catálogo assim como pela qualidade e pela rapidez do seu processamento.
Esta experiência permite-nos garantir a cada um dos nossos clientes a autenticidade das antiguidades do nosso catálogo bem como o envio das encomendas em até 24 horas.
O catálogo da Galerie Napoléon apresenta mais de 40.000 gravuras antigas e documentos históricos datado do século 14 ao século 19. Descreve a evolução das técnicas de gravação durante estes séculos.
Segue um sumário sucinto das principais técnicas tradicionais :
A invenção da litografia deve-se ao alemão Aloys Senefelder em 1798.
É uma técnica baseada na incompatibilidade da gordura com a água.
O artista utiliza um lápis ou tinta gordurosos para criar um desenho intervindo directamente na pedra litográfica calcária.
A pedra é posteriormente coberta com goma-arábica e ácidos para que o desenho se fixe à pedra.
O papel é colocado sobre a pedra, de maneira alinhada. A pedra é colocada sobre a superfície plana da prensa que desliza sob a pressão de uma ratora.
A técnica da gravura em talho-doce (ou gravura em metal) começou a ser utilizada na Europa no século XV. É uma técnica que tem sua origem na ourivesaria.
As matrizes podem ser feitas a partir de chapas de metal (cobre, zinco, latão ...)
Sobre a chapa polida, é cavado um sulco pela ponta afiada de um buril de aço.
O buril é diretamente manipulado pelo gravador e a incisão é de profundidade variável.
A matriz é entintada e utiliza-se uma prensa para transferir a imagem para o papel.
Xilogravura é uma antiga técnica de origem chinesa sendo conhecida desde o século VI.
Para preparar uma matriz xilográfica é preciso realizar trabalho de entalhe em um pedaço de madeira. O gravador, trabalhando como um escultor, entalha com buris o seu desenho na matriz de madeira polida, cravando o que deve aparecer em branco e deixando saliente o que deve aparecer em preto. O desenho é assim gravado de modo a que a imagem fique em alto-relevo. Após execução do desenho, a matriz recebe a tinta.
A matriz é entintada e utiliza-se uma prensa para transferir a imagem para o papel.
Processo de calcografia, nesta técnica a chapa de metal (cobre, zinco, latão ...) é revestida por um verniz protetor. O gravador executa um desenho com uma ponta de aço, a ponta-seca, de modo a descobrir o metal. Onde o estilete retirar o verniz descobrindo o metal, o mordente (ácido nítrico) penetrará e atacará o metal, nele gravando um desenho. O tempo de imersão no ácido determina a profundidade da gravação
A matriz é entintada e utiliza-se uma prensa para transferir a imagem para o papel.
Inventada no século XVIII, essa técnica permite produzir superfícies com diferentes tons de claro e escuro. Diferente da água-forte onde os tons são conseguidos pelo cruzamento de linhas, na água-tinta o claro-escuro é obtido pelos diferentes tempos de corrosão da placa sobre uma camada de breu em pó que se adere à mesma após aquecimento.
Uma chapa de metal é abrangida com alguma resina em pó. A chapa é submetida a um banho de ácido, e as áreas não protegidas pelos milhares de diminutos pontos são gravadas.
A matriz é entintada e utiliza-se uma prensa para transferir a imagem para o papel.
ABR. 2019
Vistas do Delfinado (França)
Venda de uma coleção de 88 litografias.
ABR. 2019
Retratos de Francês Famosos
Venda de uma coleção de 56 gravuras em talho-doce.
MAR. 2019
Guerras Napoleónicas - Consulado e Primeiro Império Francês
Venda de uma coleção de 57 água-forte.
MAR. 2019
Catedrais da França
Venda de uma coleção de 11 gravuras em talho-doce.